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Branco na cidade para o verão Italiano

Bianco per la città e per le ambite e agognate vacanze.

Bianco, super elegante da indossare in ufficio, fresco da indossare in riva al mare e super chic in total look.

In questa gallery prendendo spunto dalle passerelle ti aiutiamo a orientare i tuoi prossimi acquisti online su Trovamoda.com per l‘estate.

Scegli il bianco per valorizzare l’abbronzatura e essere alla moda!

Magazine: Vogue Rússia
Edição: junho 2015
Potografias: Txema Yeste
Modelo: Natasha Poly
Moda editor: Olga Dunina

Txema Yeste
Nacionalidade: Espanha – Vive hoje em Barcelona
Espanhola, nascida em 1972, Txema Yeste, começou sua carreira como repórter depois de completar seus estudos fotográficos em Barcelona e Birmingham. Suas impressionantes imagens são a combinação de técnica high-end e um mundo imaginário e sofisticado visto por um olho perfeccionista.

Clientes Editorial: Russo Vogue, França, China, Harpers Bazaar, Antídoto, Tush, GQ, Vamp e Hércules.
Publicidade Clientela: Armani Beauty, Yves Saint Laurent Parfums, Jimmy Choo, Dom Perignon, Avon, MAC Cosmetics, Schwarzkopf, Wella, Clarins, Porsche projeto, Pepe Jeans, Mango, Angelo Marani, etc.
Fonte: Blog Gin Voga

sapatos Sexo

Por que “o sexo” é usado por Christian Louboutin? – À primeira vista – é um clássico scarpin preto…
Isso porque eles não são inteiramente o mesmo que a versão clássica, há uma pequena diferença: o enfeite de cristal. Portanto, é claro, não seria por si só o sexo… São praticamente meios o “SE” e o “EX”. Foi por isso que agora é sexo? Mas, falando sério… Por que? ë uma piada??? Não entendi como uma marca fabulosamente estabelecida propõe essa brincadeira.

Sexo corajoso para usar sapatos, não ousando, mas simplesmente colocado de forma ordinária e até e boba. Se Louboutin só tinha relações sexuais em sua mente durante a concepção do sapato, deixemos que siga seus desejos, espero que os próximos não sejam em sapatos :)

O que você acha ?

Jardim secreto de Rihanna – Dior

Dior nos guia ano após ano no jardim secreto do palácio de Versalhes.
Neste lugar bonito modelos vivos, passeiam pelos parques que cercam o castelo e ao relaxar em repousos, são feitas as fotos de suas campanhas.

O palácio e o jardim este ano, receberam Rihanna e isso popularizando os produtos Dior. Steven Klein fotografa a cantora.

Sapatos Vampiro

Às vezes eu estou inclinada a acreditar que tenho, ou pelo menos que vi, todos os itens de moda… Mas então você pode perguntar que tantas coisas coisas estúpidas eu tenho que ver???
Mas mesmo antes deste pensamento muito reconfortante e de sentar confortavelmente para executar algo inimaginável feio, coisa sem precedentes – como este sapato hoje nomeado “dublado”.

Então, aqui temos esta solas incrivelmente altas em plataformas com pregos, pedras e ricamente decoradas com cerejas. Isto em si não é um produto de beleza vencedora, bem testado, mas apenas algo mais!

Bem, meu Deus! Esta é a boca de um vampiro! Estamos caminhando para ver um projeto bastante desenvolvido e ricamente detalhado – língua, dentes artificiais e olhos enormes! Mas mesmo isso é… Isso é… Uh… Algo bastante surpreendente em um sapato apelidado de Vampiro e repugnantemente assustador.

Ou você gostaria de um destes? :)

SPFW – quarto dia – Desfiles

Giuliana Romanno

Lino Villaventura
Lino Villaventura está de volta e os fashionistas que acham a vida mais divertida com uma boa dose de drama e fantasia agradecem. Depois de duas temporadas mais contida, a veia performática teatral do estilista volta a pulsar, justamente no ano de comemoração de duas décadas de São Paulo Fashion Week. Para celebrar tantos desfiles no evento, Lino acrescentou ao seu verão 2016 vestidos e acessórios marcantes de coleções passadas, a começar pelo look que abre o show, do verão de 1997, usado por Marina Dias naquela época e nesta quinta, com direito a olho branco de lentes de contato e caminhar performático.

Com teto altíssimo e uma escadaria gigante que os modelos desciam para entrar na passarela, o Museu Afro Brasil serviu com perfeição como cenário para a teatralidade das roupas e atitude da marca. “É um jogo de cena”, resume o estilista, que diz não se inspirar em nada em especial para este verão. “Vou fazendo o que gosto.” Mesclada a acessórios como sapatos masculinos do desfile de 1996 e a impressionante cabeça feita com uma cobra naja de verdade, bordada com cristais e com o corpo descendo pelas costas da modelo (apresentação de 2005), a coleção reafirma a personalidade excêntrica sedutora da moda de Lino. As nervuras, os bordados, o caimento assimétrico com bicos e a fluidez remetem ao exotismo de culturas distantes, desconhecidas, talvez até fictícias, como numa fábula estranhamente magnética. À dramaticidade da imagem e da performance é agregado o know how artesanal e técnico do designer, com peças muito bem acabadas, bordados delicados como os filigranas de cristais, os devorês nas gazes e as aplicações sobre o tule de seda. Destaque para a trilha sonora de Felipe Venâncio, que deu o clima de viagem exótica e misteriosa à apresentação, com atrações que incluíram atores na passarela, como Reynaldo Gianecchini, cobras empalhadas e modelos de olhos vermelhos e brancos. (CAROLINA VASONE)

Patricia Viera
É sempre impressionante ver como Patricia Viera consegue transformar o couro no material que ela quiser. Muitas vezes é preciso tocar na peça para descobrir que não se trata de algodão ou linho, por exemplo, caso do vestido floral que abriu o desfile, leve, todo pintado à mão por Kláucia Badaró com flores vermelhas e toques de azul e verde no fundo branco. A artista assinou todas as estampas artesanais do verão 2016 de Patricia, inspirado na Costa Rica.

Graças à técnica de metamorfose do couro, o mood veranil central-americano pôde ser traduzido com frescor numa coleção que trouxe as paisagens do país no conjunto de saia godê e top cropped de fundo branco, as flores em tom quente da primeira série da apresentação, os tons terrosos naturais e os mosaicos locais representados por aplicações de espelhos ora em formato de flor, como no vestido vermelho mídi justo de alça, ora em pequenas bolinhas, caso do vestido amarelo queimado de alça, cintura marcada e saia evasê na altura da canela.

Nesta estação, a estilista traz ainda duas novidades: o lançamento de bodies recortados a laser, com franjas e efeito macramê e a estreia de uma coleção-cápsula infantil para meninas de 1 a 6 anos. Tudo feito em couro também, claro. (CAROLINA VASONE)

Lenny Niemeyer
Nesta estação, ela olha para os clássicos bailes de carnaval, com sua inocência e seu glamour. O desfile é dividido em cinco momentos: Marinheiro, com listras branco e marinho e referências às redes; Malandro, em que aparece a alfaiataria; Pierrô, com as peças mais usáveis – e desejáveis – da coleção (lindas batas de algodão texturizado); Carmen, em versão preto e branco com alguns detalhes de flores e um bom trabalho com babados plissados; e por fim, chega a quarta-feira de Cinzas, com texturas que remetem ao Carnaval, como serpentina, que vemos nos looks de “penas” cortadas a laser e na organza com tiras de paetê floral. Contemporâneo e de gosto refinadíssimo, assim como a estilista. Abram alas para o Bloco de Lenny. (CAMILA YAHN)

Acquastudio

GIG Couture
Quando o tricô ganha design de moda, a técnica é elevada a um patamar fashion irresistível. Vira um misto de experiência tátil de textura com o shape que tem conforto e ao mesmo tempo caimento com desenho contemporâneo e sacadas de estilo. Este é o caso do verão 2016 da GIG. A estilista Gina Guerra foi buscar nos tons pastel das pinturas e na arquitetura art noveau de Mackintosh, respectivamente, a cartela de cores e as estampas, que incluem efeito tridimensional graças aos volumes criados no próprio jacquard feito no tricô.

Os anos 50 aparecem em vestidos em tom de azul e rosa bebê e no verde clarinho, com cintura marca e saia godê na canela, atualizados pelo aspecto moderno de textura do tricô. No restante do verão, a referência são os anos 60. Destaque para engenhosas sobressaias que fazem as vezes de cauda de vestidos mais ajustados, como o rosa bebê com manga curta triangular que abre o desfile. A manga triangular, curta ou um pouco mais proeminente, tipo sino, também aparece bastante na coleção da grife. Os conjuntos de pantalonas curtas com top combinando aparecem tanto em versões de tons suaves como em cores mais fortes, como o verde menta com o marrom. A alternância entre a fase pastel e a de tons marcantes também garante um interessante equilíbrio à coleção, que oferece romantismo do mais açucarado ao geométrico, graças tanto às estampas quanto ao shape triangular dos tops e recortado das barras das saias. (CAROLINA VASONE)

Têca por Helô Rocha
Para comemorar seus 10 anos de vida, a Têca mostra que está mais forte do que nunca. Helô Rocha apresentou uma coleção impacto. É uma daquelas coleções que não ficam no meio do caminho. À começar pela inspiração poderosa que aborda o universo dos orixás e do candomblé.

Em vez de editar o desfile de forma crescente, ela faz o oposto e já inicia com força na série de vestidos fluídos em preto e vermelho de renda, babados e bordados.

Ao longo da apresentação, looks básicos misturavam-se a momentos mais carregados com franjas, pedrarias, conchas, pérolas, rendas, bordados, às vezes tudo em um mesmo look. E a sensação é a de que não poderia ser diferente. Helô e o stylist Dani Ueda criam imagens fortes, poderosas e sensuais. Sabe uma mulher que a gente evita olhar no olho? Que encanta e amedronta ao mesmo tempo? Haviam algumas delas no desfile.

A renda branca, tão característica da Bahia, aparece lindamente em vestidos fluídos e leves, dividindo espaço com outros materiais, como nos últimos quatro looks, que fecham o desfile.

Recentemente, Helô mudou radicalmente a cor de seu cabelo, outro gesto que revela coragem e ousadia. Como qualquer profissional, ela não quer passar batido. O ponto é o quanto consegue impactar e manter a chama acesa em meio a outros 39 desfiles e centenas de outras distrações. Helô enfiou os dois pés na porta. Que venham os próximos 10 anos para a Têca. (CAMILA YAHN)

Iódice
Vida longa a Simone Nunes no estilo da Iódice. Parte da ótima safra de designers descobertos no Hot Spot em meados da primeira década dos anos 2000 – da mesma época da Neon e da Amapô –, a estilista foi aposta certeira de Waldemar Iódice, que assina com ela a coleção de passarela da marca.

Em sua segunda temporada na marca, Simone imprime sua personalidade com delicadeza. Esta é, aliás, a marca-registrada de seu trabalho. Assim, a leitura que a dupla fez do Nordeste, embalada ao som de Caetano Veloso, mostrou um verão 2016 suave nas cores puxadas para tons terrosos, do rosa antigo ao amarelo queimado (dendê), o verde e o tijolo, com estampas que remetiam aos florais de chita numa versão esmaecida, com sacadas de design apuradas como os tops com amarrações no peito, remetendo às amarrações de lenços usados na cabeça para carregar água ou pelas baianas típicas, no detalhe da manga do casaco com estampa floral rosa claro e verde, na bela pantalona de linho rústico e cintura alta, com amarração.

A série de camisas florais com leve transparência merece destaque, assim como as saias de tecido rústico e os vestidos de renda com forro prateado. (CAROLINA VASONE)

Samuel Cirnansck
Lustres gigantes reproduziam um cenário clássico do cinema mundial: o salão de baile do hotel do filme “O Iluminado” (1980), de Stanley Kubrick. A referência vem da festa fantasma que o personagem de Jack Nicholson vê numa das cenas, e que teria acontecido nos anos 20, época na qual o estilista se inspira para criar sua coleção do verão 2016 e comemorativa de seus 15 anos de carreira.

Especialista em criar vestidos de divas, é a série que cumpre o prometido numa versão mais realista o grande destaque da coleção. Ela se concentra na primeira parte do desfile, com os melhores e mais sexy vestidos pretos, colados no corpo, delineando a silhueta, um com detalhe de lapela de smoking, outro com franjas de canutilhos presas e recortes com anquinhas de corset. O tubinho pretinho básico em jacquard também funciona muito bem, assim como o vestido todo bordado preto e verde com transparência, mídi e perto do corpo. (CAROLINA VASONE)

Fonte: FFW.COM.BR

SPFW – terceiro dia – Desfiles

Isabela Capeto
Inspirada pelo mar e pelo orixá feminino, a estilista recortou, bordou, rebordou novamente, criou rendas richelieu em forma de conchas e estrelas do mar para aplicá-las nas barras dos vestidos, recortou estampas da própria coleção como a do peixe e a aplicou em outra peça, para bordar paetê por paetê o corpo do bicho, com um efeito tridimensional de escamas. E tem mais: conchas de verdade, contas e búzios também foram bordados, pendurados meticulosamente, ao longo das peças. No vestido floral – as flores representam as oferendas jogadas no mar no Ano Novo – que inaugurou a passarela, inúmeras minipérolas são bordadas, criando um delicado efeito, também visto no final do desfile, no vestido preto e branco, com a estampa recortada e recosturada.

Reinaldo Lourenço
As faixas de cintura de smokings, então aparecem nas minissaias com barra arredondada, nas bermudas que já são must-have da próxima temporada. Na parte de trás, a brincadeira com as costas dos fraques aparece e dá um divertido e charmoso movimento a algumas destas saias e bermudas. Usados em concertos e traje dos músicos clássicos, esta elegância austera também faz referência a Chopin, outra inspiração do designer.

Os jabôs das roupas históricas surgem revisitados em tons pastel de rosa e azul, com efeito coquete para quebrar a sisudez que a alfaiataria impecável e os tecidos nobres impõem. Na padronagem, o losango no jacquard rosa bebê de calças ajustadas e paletós com corte de fraque merece destaque. (CAROLINA VASONE)

Alexandre Herchcovitch
O desfile começa com Daiane em um casaco de linho e algodão e shape quadrado e evolui a partir daí para técnicas hiper elaboradas, como os babados que aparecem dentro e fora de alguns looks. No vestido preto, ele começa pequeno, com 1 cm, e vai crescendo. Há maneiras de trabalhar o babado que o torna desgastado, em um efeito espuma do mar. Esse trabalho também é visto no látex, material que Herchcovitch domina bem e que faz parte de seus momentos de moda mais icônicos.

Para chegar a esse resultado, muitos testes são feitos antes e metros de tecido são usados. A proporção é: 5 metros vira 1 metro de babado. Vale destacar o vestido de Drielly, pura delicadeza.

Após vermos uma aula de modelagem precisa, vem o desbunde final, com quatro vestidos de crepe de chine e chiffon de seda nas mais lindas variações de azul. “É uma coleção feminina e forte”, comenta o estilista. Muitos bônus para as pescadoras de Alexandre. (CAMILA YAHN)

Ronaldo Fraga
O glamour da coleção aparece nas transparências dos vestidos nude inteiros bordados de paetês de escamas e perolinhas, nas saias com camadas de babados que remetiam às ondas do mar, nas assimetrias que reinterpretavam a cauda da sereia. Um verão com sensualidade evidente sem ser banal, com corpo delineado, cintura marcada, decotes profundos. “É uma coleção de texturas, sobreposições e transparências”, resume.

Merece destaque o vestido caramelo longo com efeito sanfonado, feito a partir da mistura de um fio de poliamida usado dentro da borracha de pneus e que dá um volume ao mesmo tempo firme e maleável. “Essa série simboliza o cabelo da sereia.” Ainda, os crochês metalizados e no azul profundo, com aspecto rústico, feitos com linha de pesca e tiras do tecido biodegradável, com um lindo resultado. (CAROLINA VASONE)

Lolitta
O tricô de luxo da Lolitta entra em nova fase. Pensando numa cliente que cresceu e amadureceu junto com a marca criada há oito anos (em 2008), a estilista experimenta novos shapes e texturas, sem deixar de lado o DNA super feminino da marca.

À conhecida silhueta alongada e ajustada dos vestidos da grife foram acrescentados modelos não tão próximos ao corpo, caso do longo branco de babados do início do desfile e da saia godê floral na canela, usada com top justinho de caramelo. No mood cinquentinha – novidade na marca -, o vestido de laise verde no fundo preto com recortes de vivos encerra a adorável série verde da coleção, que inclui conjunto de saia e blusa com mix de estampas florais e outro vestido com shape bem 50’s.

A partir do tricô, a grife consegue efeitos de tressê, renda, tricô de couro, garantindo um mix de texturas que enriquece a roupa.

Salinas
Salinas busca o Marrocos e traz calcinha que dá up no bumbum -Aline Weber e Bruna Tenório foram algumas das tops que pisaram na passarela da Salinas

Vitorino Campos
Às vezes nos apegamos tanto a uma imagem que viramos prisioneiros e buscamos o óbvio. Pois de óbvio não tem nada nessa coleção de Vitorino. Tem a questão do gênero, tão forte neste momento da moda, e super presente no estilo de Patti. A camisa branca é super presente e um dos elementos chave da coleção, junto ao suéter e a t-shirt, que rendem as melhores imagens do desfile.

O tricô rosa cropped já ganhou dona, a modelo Cris Herrmann, uma das musas do estilista, que já usava o seu no dia seguinte ao desfile. A camiseta preta, também cortada, usada por Vanessa Moreira é o look chave da coleção e o mais importante para Vitorino. “É onde me vejo muito. Tem uma simplicidade na t-shirt cortada e uma força ao mesmo tempo”. De fato, é um momento que exala juventude, que pode tanto ser dos anos 70 quanto dos 90. Todas as peças são feitas em algodão e seda, ótimas escolhas para o verão.

Apesar da androginia evidente (o modelo Goan Fragoso desfilou em meio às meninas), há elementos ultrafemininos, como o uso da renda, especialmente a azul, e dos bordados, feito por um estudante da escola francesa Lesage, com nove técnicas de bordado em apenas uma tirinha. O xadrez do vichy também evoca essa delicadeza, evoca infância e inocência. “Essa cartela mais leve foi uma novidade pra mim”, ele conta.

E o que é a bolsa-lancheira? Pensada para o dia-a-dia, ela é térmica e atende também as mulheres que, cada vez mais vezes, optam por levar comida de casa para o trabalho. Aliás, bem atual essa abordagem, já que o mercado do que antes a gente chamava de “tupperware” está cada vez mais sofisticado.

Em seu sétimo desfile no SPFW, Vitorino e seu partner in crime, o stylist Michael Vendola, mostram que estão dispostos a criar novos desafios, evitando cair na mesmice. (CAMILA YAHN)

João Pimenta
“Passei tanto tempo me apropriando dos elementos da roupa feminina para inseri-las na masculina para agora perceber que o que eu quero é retirar o caráter tanto do feminino quanto do masculino da minha moda”, me contou João Pimenta num encontro há cerca de um mês. E é essa a nova fase do estilista: a de romper a barreira dos gêneros. Um raciocínio quase natural levando em conta a trajetória do designer, que faz um exercício incansável de cruzamento de repertórios do guarda-roupa para homens e mulheres.

Se depender do verão 2016 do estilista, o closet de meninos e meninas será compartilhado. Faz todo sentido ao ver looks como o colete de alfaiataria longo, peça must-have da temporada, desfilada em tantas marcas femininas neste SPFW. Ou a calça curta mais ajustada. Os jacquards de renda e as túnicas tipo paletó também convidam a serem experimentados pelos dois sexos. Em outros casos, como os dos costumes mais amplos, a proposta fica um pouco mais radical. Trata-se, afinal, do início de uma nova maneira de lidar com roupas totalmente conectada com o que há de mais contemporâneo na moda e no comportamento, o passo seguinte à tendência do toque masculino no prêt-à-porter feminino. To be continued! (CAROLINA VASONE)

COLCCI
Além da referência roqueira suavizada para o calor e batizada de “Flower Punk”, um mix de shapes e propostas temáticas compôs a coleção da marca. As bermudas de cintura alta, ora em jeans azul mais claro, ora em jacquard encorpado, são boas opções para o verão. Em versão mais curta, ora sugeriam romantismo ao estilo 70 como no look com shortinho e bata floral pb com renda vazada tipo baby-doll, ora, no look seguinte, apontavam para uma garota supercool que faz mix de estampas com o short xadrez amarelo e preto combinado com a parka de poás em pb e camisa cropped quadriculada. Na modelagem também houve alternância entre os looks estruturados, caso do macacão de bermuda vermelho, preto e acinzentado com desenho gráfico e mangas curtas tipo sino com print pixelado e os leves e soltos, com rendas transparentes em vestidos como o branco com o qual Gisele abriu o desfile e o preto mídi de manga curta usado por Aline Weber. (CAROLINA VASONE)
FONTE: FFW.COM

Despedida de Gisele Bündchen das passarelas

Gisele escolheu o Brasil para se despedir das passarelas.

Alegando estar na hora de ficar mais com sua família e viajar menos, cuidar de seus projetos pessoais, enfim, de fato tomando posse de sua vida.

Lágrimas, muitos sorrisos, tchauzinho para o público e gritaria marcaram a despedida de Gisele Bündchen das passarelas. A über model participou, na noite desta quarta-feira (15.04), da apresentação da Colcci no São Paulo Fashion Week (SPFW) Verão 2016, que deve ficar na memória como o último desfile oficial da carreira de Gisele. No entanto, ela não descarta participações especiais no futuro.

Depois do desfile, juntou-se às outras modelos para um tchauzinho mais amigo e parceiro! Todas usavam camisetas com Gisele e calças Jeans.

Visivelmente emocionada – contou suas passadas na passarela.

Uma profissional que deixará saudade pela competência, profissionalismo e empatia.

Fonte das imagens: SPFW

SPFW – segundo dia – Desfiles


Paula Raia

Paula apresenta sua coleção somente no verão, uma vez por ano. Bem diferente do ritmo alucinante da indústria. O interessante é que ela escolheu um timing próprio de trabalho e nos obrigada a entrar no seu ritmo. Com ela o tempo passa devagar. Nós vimos 24 looks no tempo em que veríamos 44 fosse este o desfile de uma marca maior.
Aqui, não há um look de transição, uma ponte entre uma série e outra. Cada um é único e essencial para a coleção.

E se Paula é slow fashion, assim também é sua roupa e o caminhar das modelos. A roupa comunica tranquilidade e um “estar presente”; o zelo do processo está em cada pedaço de tecido.

Desta vez, ela optou por não expor os materiais a nenhuma espécie de processo químico, então a coleção é inteira em tom cru. “Para mim isso significa leveza e nitidez”. (CAMLA YAHN)

OSKEN
A cultura indígena sempre foi muito rica e nesta temporada duas marcas olharam para ela de formas diferentes. No primeiro dia, a Cavalera fez uma coleção inspirada na tribo Yawanawá e nesta terça, a Osklen mostra seu olhar sobre os índios Ashaninka, também do Acre, que diferem de outros povos indígenas por usarem vestimentas.

Quando Oskar encontrou com o cacique e ele usava um poncho cru e preto e um majestoso cocar vermelho, ele sabia que ali estavam a inspiração e as cores de sua coleção.

Faz tempo que a Osklen mantém uma conexão com essa tribo e sua equipe teve o cuidado de não se apropriar de seus elementos. Tudo o que vemos são releituras que reverenciam a tribo, criadas de um modo que se encaixa no universo da marca.

As mulheres usam um shape reto com a gola arredondada, o que traduz as formas mais quadradas da coleção. A tanga, um pedaço de pano que cobre a parte da frente e a de trás, mas fica aberta nas laterais, pontua a coleção e traz um efeito de layer na construção dos looks. (CAMLA YAHN)


ELLUS

Muito ouro, prata e areia. Insha’Allah! O humor até aparece em algumas peças tipo camiseta e sacola estilo souvenir, mas justiça seja feita: o estereótipo de novela das nove não estava lá. Para driblar referências literais, Adriana Bozon e Rodolfo Souza fizeram um mix de acessórios não inspirados, mas de fato trazidos da viagem que fizeram para o Marrocos com reinterpretações da túnica e do lenço oriental, aliadas ao jeanswear característico da Ellus com pegada safári e toque esportivo. O resultado é “uma mulher turista, que leva sua bolsa de câmera pela viagem”, define Rodolfo. Uma turista fashionista, claro. (CAROLINA VASONE))


ÁGUA DE COCO por Liana Thomaz
A marca cearense olhou para o próprio umbigo nesta estação. E isto é uma ótima notícia. Uma ode a renda em suas mais variadas técnicas faz desta uma coleção especial e que valoriza o lindo artesanato local. Bordado richilieu, renda bilro, renascença, filé, labirinto aparecem misturadas às peças da coleção em linho, seda e Lycra. O mais interessante é como a renda é aplicada nos maiôs e biquínis, que normalmente são produzidos e modelados em materiais bem específicos. O maiô que abre o desfile, em Isabeli Fontana, traz mangas amplas rendadas e vazadas. As rendas podem também aparecer de formas mais ousadas, como em recortes aplicados na barriga (look 9) ou em detalhes na parte de cima do biquíni (look 13). Há uma grande variação de modelos, cores, estampas e também da maneira como inserir a renda nas peças. Uma coleção de mão cheia para a moda praia. (CAMILA YAHN)

LILLY SARTI
Os anos 70 classy, com brilhos de jacquards e referências exóticas (para a época, claro) do orientalismo japonês inspiraram o verão 2016 da Lilly Sarti. Parte do DNA da marca, o perfume da década apareceu com notas diferentes graças ao japonismo em detalhes de golas e mangas, no blazer entre quimono e pegnoir, no conjunto de calça curta e túnica verde musgo, com um dos jacquards orientais da coleção, lembrando leques. Jacqueline Bisset e Charlotte Rampling são musas da coleção, símbolos da mulher indendente e libertária da época.

Aliados aos bonitos jacquards de seda e devorês usados nas peças mais orientais, das calças tipo pijama aos tops com manga sino, o chamois ganhou bonitos recortes a laser e também compôs looks inteiros, como o da calça tom camelo de cintura alta com jaqueta fechada em verde musgo, preto e camelo.

Com venda em cerca de 60 multimarcas pelo País, a grife, criada há cinco anos e administrada pelas irmãs Lilly e Renata, agora mira o mercado internacional. “Recebemos a visita de alguns e-commerces e showrooms hoje no desfile que ficaram interessados na marca”, comemora Lilly. (CAROLINA VASONE)

Sacada
É uma carioca intelectual, a garota/mulher da Sacada por Priscilla Darolt. Sabe achar graça no efeito reticulado dos quadradinhos estampados em seus tops, vestidos e calças pantalonas curtas, porque a fazem lembrar da mesma técnica usada por Roy Lichenstein, artista pop que conhece bem. Gosta das pinceladas de tinta na roupa, como se estivesse carregando uma tela recém-pintada e inacabada. Se fosse só isso, não teria graça suficiente, mas tem mais. Além de referências artísticas, a coleção também flerta com a sensualidade nas peças com recorte de bustiê, ombros à mostra, corpo delineado nos tricôs para os momentos em que, além de pensar, se quer seduzir.

Na segunda coleção para a grife, Priscilla continua seu exercício de recortes nas roupas com inúmeros vivos. Desta vez, os frisos criam um efeito de esboço de desenho interessante. Com apreço por combinações de tons marcantes, como o marinho com o vermelho, a estilista tem seus melhores momentos nos modelos em que a suavidade impera, deixando que sua precisão de design apareça em detalhes deliciosos como bolsos, alças e caimentos. Com perfume sessentinha, a linha A aparece em alguns vestidos na estampa floral com o reticulado e nas boas listras pbs. Destaque para os macacões, vestidos longos e pantalonas curtas. (CAROLINA VASONE)

JULIANA JABOUR
Os anos 70 etéreos, românticos, deram o tom do desfile de Juliana Jabour. Mas esqueça florais de qualquer tipo e a pegada hippie total. Um perfume bem leve do movimento, sim, na silhueta solta dos longos vestidos, ponto alto do inverno da marca. Eles vinham com detalhes de renda guipure ora no decote, ora na barra, como a peça em tom suave mas não apagado de azul, ou em versões plissadas, caso do modelo bicolor ferrugem e branco.

O tecido plano, usado pela primeira vez em toda a coleção – Juliana desta vez não criou nada em malha, sua marca-registrada – foi pouco estampado, outro recurso que garantiu um equilíbrio de cores que evocava o trabalho do fotógrafo britânico David Hamilton, que ficou famoso nos anos 70 por seus retratos de jovens mulheres nuas ou seminuas em imagens de tons suaves, quase oníricos. No caso do Verão 2016 da estilista, três prints foram usados: um gráfico miúdo preto e branco, outro com grafismos maiores feito em duas combinações de cores e um últimos de listras horizontais.

Os pontos de alfaiataria contribuíram para deixar a fluidez da coleção mais estruturada, embora ainda solta e confortável. Macacões e macaquinho e saias longe do corpo combinadas com tops idem completaram a gama de looks, dentro da qual faz parte a coleção cápsula que a estilista criou para a grife Lez a Lez, da qual recentemente foi nomeada diretora criativa. (CAROLINA VASONE)

TRIYA
Como falar de praia no verão sem ser óbvio? A Triya, uma das marcas de beachwear mais competentes da nova geração, contou a história do amor impossível entre a sereia e o surfista. Na passarela, ele era representado por um filme dos olhos marejados do ator Bruno Gagliasso ao som de “Sea of Love”, da Catpower.

O conto se desdobra com referências aos dois personagens e seu encontro improvável; ele sobre as ondas; ela no fundo do mar.
A estampa da prancha que abre o desfile ganha um visual étnico pela maneira em que foi concebida e é a cara da Triya, colorida, vibrante e presente. Em outro momento, como no look 8, juntas em círculos, as pranchas compõem uma flor. Ideia simples e bem aplicada. A ousadia nesse look fica por conta de umas pequenas pranchinhas colocadas “lá” embaixo e o resultado é divertido, quase passa despercebido. Além do talento das meninas, é esse bom humor e a abertura para sair do quadrado que empresta vida para a Triya.
Chama a atenção o manuseio dos materiais e como inovar nos tecidos usados na moda praia. Telados bordados nos maiôs criam um efeito gráfico e interessante. O neoprene ganha acabamento de canutilho, resultando em um momento bem glamouroso. Outro destaque é o uso de uma microfibra que parece Lycra, só que bem fininha, quase uma segunda pele. (CAMILA YAHN)
FONTE: FFW.COM

Escolhendo a cor de sapato para combinar

Com uma roupa branca, um sapato branco ficaria… No mínimo feio!!! Para não dizer inapropriado. Nestes casos o sapato nude sempre é perfeito, porque ele apenas imita a cor da pele.

A ideia de usar um sapato pretinho básico com cor é totalmente fora de moda… Cor com cor — escolha duas que goste e – Seja moderna!

No caso de ser menos arrojada, apele ao nude que não estará errado.

O vestido é um preto básico?? Legal, poderia ser um calçado preto, mas se ousar – Use uma cor forte e um tanto escura para seus pés não gritarem!!! Super Chic!

Agora, com o branco de novo… Cor nos pés, mas em um calçado leve e aberto!!

Branco e cor nos pés, mas com os dedinhos aparecendo – Super lindo!!